Uma operação conjunta das polícias civis resultou na prisão de três suspeitos de envolvimento em crimes de fraude eletrônica, invasão de dispositivos e associação criminosa, na manhã desta terça-feira (21), em Piracicaba. A ação faz parte da Operação CyberCombat, deflagrada pela Polícia Judiciária Civil do Estado de Mato Grosso, com apoio de unidades especializadas de São Paulo.
A operação ocorreu por volta das 6h, em um imóvel localizado na Rua Dom Pedro I, e contou com a participação de equipes do 1º Distrito de Investigações Gerais (DIG), SECOLD, Inteligência, GOE, DEIC e DEINTER 9.
Investigação começou após invasão de conta gov.br
De acordo com a Polícia Civil, a investigação teve início após uma vítima ter a conta gov.br invadida. A partir do acesso indevido, os criminosos teriam subtraído dados pessoais e utilizado as informações de forma fraudulenta para financiamento de veículos em concessionárias, além da criação de contas e registros em nome da vítima, sem autorização.
Com o avanço das apurações, os investigadores identificaram três suspeitos, todos residentes em Piracicaba, como autores dos crimes.
Mandados expedidos pela Justiça de Mato Grosso
Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil representou ao Poder Judiciário pela decretação das prisões preventivas, além da expedição de mandados de busca e apreensão e quebra de sigilos telemáticos. As medidas tiveram parecer favorável do Ministério Público.
As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Lucas do Rio Verde (MT).
Prisões e apreensão de equipamentos
Durante a operação realizada nesta quarta-feira, os policiais localizaram os investigados, que foram presos. No local, também foram apreendidos objetos eletrônicos, que passarão por análise pericial e podem auxiliar na continuidade das investigações.
Após a prisão, os suspeitos foram encaminhados para exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal e, em seguida, levados à Cadeia Pública de Piracicaba, onde permanecem à disposição da Justiça.
Foram presos dois homens de 22 e 29 anos e uma mulher de 28 anos. Eles são investigados por fraude eletrônica, invasão de dispositivo eletrônico, falsidade ideológica e associação criminosa.
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