"Eu poderia dizer que esse ano foi um ano de aprendizado. O judô, o esporte em geral, tem altos e baixos. Eu estava lembrando que, há pouco tempo, eu peguei meu celular e não estava nem entre os 100 do ranking. Hoje eu sou oitavo do ranking mundial. É uma caminhada longa até Los Angeles, faltam três anos ainda. É trabalhar muito, manter os pés no chão e tentar fazer o melhor", pontua o universitário.
Marcelo tem um longo caminho até os Jogos Olímpicos de Los Angeles. O que não deve ser um problema para quem tem uma jornada ainda maior. Ele fugiu de casa por problemas familiares e foi acolhido por projetos sociais de São Paulo.
"Hoje sou atleta do Flamengo, amo o judô. Estou perto de me formar em Gestão Financeira pela Universidade da Amazônia (Umama-PA). Quando eu deixar de ser atleta, quero trabalhar com o judô. O esporte me deu tudo. Posso dizer que o judô foi o maior ippon que eu apliquei na vida.
* O repórter Maurício Costa viajou a Natal à convite da Confederação Brasileira de Desportos Universitários (CBDU).
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