O Sebrae-SP realizou, na quinta-feira (19), no auditório do Centro Universitário das Faculdades Integradas de Ourinhos (UNIFIO), a primeira edição do Sebrae + Social em Ourinhos, reunindo primeiras-damas, secretários municipais, presidentes de Fundos Sociais, representantes de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e gestores públicos da região. Mais de 90 pessoas estiveram presentes no evento, que teve como foco o fortalecimento do desenvolvimento socioeconômico por meio da inclusão produtiva e do fomento a projetos culturais.
A iniciativa é um desdobramento do programa Sebrae + Cidades, realizado no início do ano, e destacou oportunidades de inclusão socioprodutiva, além de apresentar os programas do Sebrae-SP e exemplos práticos implementados por municípios da região de Ourinhos.
O diretor-superintendente do Sebrae-SP, Nelson Hervey Costa, destacou a importância transformadora da agenda. Na inclusão socioprodutiva, um dos caminhos é preparar as pessoas para o emprego formal. O outro caminho é a ação do Sebrae, de fomentar a atividade empreendedora, fomentar essa vontade que as pessoas têm de empreender, ajudando e orientando. Em um evento como o Sebrae +Social, vemos que é possível reduzir a desigualdade dando oportunidades através do empreendedorismo, para que as pessoas construam sua autonomia e sua independência financeira. Muitas delas, inclusive, já empreendem na absoluta informalidade, por necessidade. Podemos levar a informação e o conhecimento para fazer com que esse caminho de ser empreendedor seja com mais preparo e mais informação. Com certeza, isso fará a diferença na vida de muitas pessoas e de muitas famílias. Ficamos muito felizes de fazer um debate como este, num espaço com cases, experiências, mas, principalmente, fazer com que essa chama cresça cada vez mais, com mais políticas públicas e mais entidades da sociedade civil engajadas, afirmou.
Leandro Lourenço da Silva, gerente regional do Sebrae-SP, explicou o objetivo central do evento. A ideia é movimentar os 23 municípios, principalmente com as primeiras-damas e presidentes do fundo social, mas pensando também nas secretarias de assistência social e cultura para estar presente com as nossas ações de inclusão produtiva, pensando não só na capacitação técnica, mas também no preparo socioemocional de cada uma dessas pessoas para que elas consigam sair preparadas para o mercado de trabalho, disse.